Outra contribuição com um Artigo que foi publicado na 3ª Edição do Jornal do CDS-PP Madeira: "Alternativa Já!"
E AGORA QUEM ME PAGA A REFORMA?
Á porta de um qualquer posto dos CTT na Região:
Maria: Vizinha, por aqui?
Joana: - Maria, então! Vim levantar a minha pensãozinha.
Maria: - Ah, mas tu não ouviste o que andam para aí a dizer, que não há dinheirinho para a gente?
Joana: - Ah mulher, isso é conversa lá do continente. Na nossa terra temos a reforma garantida! Isto aqui é o cantinho do céu, porque temos o menino Alberto João. Ele nunca me faltou ao pagamento, nem nada! É um Santo aquele homem!
Maria: - Ah vizinha… não te fies nessa história! O meu filho cá me disse que não há dinheiro. E ele sabe do que fala que é formado! Gastaram tudo e agora nem de fiado vem. Olha, se ainda recebermos reforma neste ano, já vai com sorte!
Joana: - Achas que o Alberto João vai deixar?
Maria: - O meu filho também disse-me que foi o Alberto João o causador daquele buraco que tanto se fala! E é tanto número vizinha! Nem sei dizer. Fiquei bruta! E agora nem há o dinheiro da gente!
Joana: - Ai valha-me Deus, e como é que o Alberto João vai pagar a nossa pensão, que nem dá para os meus remédios?
Maria: - Ah filha, o dinheiro que recebes todos os meses não é ele que paga! Sabes aquele moço que anda de moto? Aquele senhor do doutor do CDS-PP que tá no governo lá do continente. O meu filho diz que é Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, ó lá o que é! É esse…
Esta conversa podia acontecer consigo, com a sua mãe, avó, ou o seu vizinho. Ao longo de 35 anos cultivou-se este “mito” de que os vencimentos, pensões e reformas são suportados e pagos pelo Governo Regional, na pessoa do seu presidente. E quer queiramos quer não, esta ideia leva a um voto menos esclarecido. O CDS-PP está atento a este facto, sendo que tal não o impede de dizer a verdade a toda a população. Mas não só por aqui fica a intervenção do partido.
Nestes tempos de viragem, o CDS-PP pretende valorizar a experiência e sabedoria deste segmento da população, investindo num melhoramento da rede de lares e centros de dia, quer públicos, quer privados; promovendo o reforço do apoio domiciliário aos idosos para possibilitar a sua manutenção no seio familiar; estendendo a rede de cuidados continuados a toda a ilha, conjuntamente com um conjunto de programas de ocupacionais para os reformados com saúde e mobilidade. E claro, não esquecendo as grandes dificuldades porque passam, promovendo um complemento para aquisição de medicamentos para quem aufere pensões iguais ou inferiores ao salário mínimo para a Região.
No dia 9 de Outubro ajude-nos onde a sua palavra tem mais força. Com o seu voto. Acreditamos em si. Acreditamos nos Madeirenses.
E AGORA QUEM ME PAGA A REFORMA?
Á porta de um qualquer posto dos CTT na Região:
Maria: Vizinha, por aqui?
Joana: - Maria, então! Vim levantar a minha pensãozinha.
Maria: - Ah, mas tu não ouviste o que andam para aí a dizer, que não há dinheirinho para a gente?
Joana: - Ah mulher, isso é conversa lá do continente. Na nossa terra temos a reforma garantida! Isto aqui é o cantinho do céu, porque temos o menino Alberto João. Ele nunca me faltou ao pagamento, nem nada! É um Santo aquele homem!
Maria: - Ah vizinha… não te fies nessa história! O meu filho cá me disse que não há dinheiro. E ele sabe do que fala que é formado! Gastaram tudo e agora nem de fiado vem. Olha, se ainda recebermos reforma neste ano, já vai com sorte!
Joana: - Achas que o Alberto João vai deixar?
Maria: - O meu filho também disse-me que foi o Alberto João o causador daquele buraco que tanto se fala! E é tanto número vizinha! Nem sei dizer. Fiquei bruta! E agora nem há o dinheiro da gente!
Joana: - Ai valha-me Deus, e como é que o Alberto João vai pagar a nossa pensão, que nem dá para os meus remédios?
Maria: - Ah filha, o dinheiro que recebes todos os meses não é ele que paga! Sabes aquele moço que anda de moto? Aquele senhor do doutor do CDS-PP que tá no governo lá do continente. O meu filho diz que é Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, ó lá o que é! É esse…
Esta conversa podia acontecer consigo, com a sua mãe, avó, ou o seu vizinho. Ao longo de 35 anos cultivou-se este “mito” de que os vencimentos, pensões e reformas são suportados e pagos pelo Governo Regional, na pessoa do seu presidente. E quer queiramos quer não, esta ideia leva a um voto menos esclarecido. O CDS-PP está atento a este facto, sendo que tal não o impede de dizer a verdade a toda a população. Mas não só por aqui fica a intervenção do partido.
Nestes tempos de viragem, o CDS-PP pretende valorizar a experiência e sabedoria deste segmento da população, investindo num melhoramento da rede de lares e centros de dia, quer públicos, quer privados; promovendo o reforço do apoio domiciliário aos idosos para possibilitar a sua manutenção no seio familiar; estendendo a rede de cuidados continuados a toda a ilha, conjuntamente com um conjunto de programas de ocupacionais para os reformados com saúde e mobilidade. E claro, não esquecendo as grandes dificuldades porque passam, promovendo um complemento para aquisição de medicamentos para quem aufere pensões iguais ou inferiores ao salário mínimo para a Região.
No dia 9 de Outubro ajude-nos onde a sua palavra tem mais força. Com o seu voto. Acreditamos em si. Acreditamos nos Madeirenses.
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